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Gestão de dados vital para o negócio

terça, 19 março 2013 12:22   Daniel Cruz, NetApp Portugal

Gestão de dados vital para o negócio"Se não for gerido, o mero volume de dados não estruturados que é gerado a cada ano numa empresa pode tornar-se dispendioso em termos de armazenamento", sustenta o territory manager da NetApp Portugal, Daniel Cruz, num artigo de opinião em que defende que a gestão de dados é vital para o negócio e explica porquê.


"Estima-se que existam actualmente cerca de mil milhões de computadores pessoais e mais de 500 milhões de smartphones em todo o mundo. O abrandamento económico que atingiu as sociedades mais avançadas foi compensado pelo crescimento verificado em novas geografias o que tem potenciado um aumento permanente da quantidade de informação que geramos dia-a-dia. Na realidade, está previsto que o volume de dados cresça mais de 600% nos próximos cinco anos, sendo que 80% deste total serão dados não estruturados. Do mesmo modo, prevê-se que os custos em energia e espaço relacionados com todos estes dados e serviços aumentem cerca de 300%.

Para as empresas de média e grande dimensão, a capacidade de reunir, tratar e gerir toda esta informação no futuro será fulcral para o sucesso do seu negócio. Mas, se não for gerido, o mero volume de dados não estruturados que é gerado a cada ano numa empresa pode tornar-se dispendioso em termos de armazenamento. Os dados não geridos também podem representar uma responsabilidade caso a informação não possa ser localizada aquando de uma auditoria de conformidade ou de um processo judicial.

Em todo este conjunto, a plataforma de armazenamento desempenha um papel crítico na obtenção de uma maior flexibilidade e eficiência. A infra-estrutura partilhada precisa tanto de uma arquitectura unificada como de escalabilidade vertical e horizontal, e soluções de eficiência que reduzam o consumo de armazenamento, como a compressão de dados online ou a deduplicação, para reduzir a quantidade de armazenamento. Tudo isto permite não só fazer face aos requisitos de um negócio que evolui rapidamente, como também escalar com vista a um crescimento futuro, tudo isto com um custo inferior ao das abordagens tradicionais.

Os grandes centros de dados que estão a crescer nas organizações têm ainda de se debater com outro desafio: a proliferação dos ambientes virtualizados. A realidade é que a virtualização de servidores e desktops cria necessariamente uma série de regras, com vista a evitar conflitos de armazenamento, a degradação do rendimento das aplicações ou o congestionamento da rede.

O advento dos ambientes virtualizados trouxe-nos efectivamente as bases para as empresas obterem ganhos de desempenho consideráveis na sua infra-estrutura tecnológica, bem como uma partilha de recursos mais eficiente e um aumento da eficiência energética. No entanto, convém recordar que um planeamento ineficaz de um ambiente virtualizado também pode gerar facilmente um sobredimensionamento da rede e dos recursos de armazenamento, o que irá mitigar os eventuais ganhos que a nova infra-estrutura poderia assegurar ao nível do poder de processamento, desempenho global e eficiência energética.

Para dispor de um ambiente bem dimensionado e ajustado às necessidades de cada organização, os novos centros de dados têm de fornecer aos profissionais do sector ferramentas de análise e gestão em tempo real, capazes de identificar e maximizar os recursos que estão a ser utilizados em cada momento".

*Artigo escrito segundo as regras anteriores ao atual acordo ortográfico.

Fonte: Fibra

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