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Eficiência a 100%: A “fórmula mágica” para a otimização empresarial

quinta, 10 maio 2012 12:28   Miguel Major, diretor-geral da Itautec Portugal

Miguel_Major_A nossa atual situação económico-financeira (e a de praticamente todos os países no mundo) faz-nos pensar, cada vez mais, na importância da eficiência enquanto palavra de ordem dos gestores e decisores de empresas, que lidam todos os dias com reduções orçamentais, onde os departamentos de TI são cada vez mais afetados.

 

Mas, as TI são cada vez mais essenciais para o desenvolvimento do negócio, como garantia da eficiência das organizações e forma de enfrentar a situação menos favorável com que muitas empresas se deparam. Existem formas e processos que têm, cada vez mais, mostrado ser alicerces da recuperação e/ou desenvolvimento de muitas empresas, tanto grandes corporações que têm orçamentos especificamente delineados para a área das TI ou PME que se deparam com ginásticas diárias para decidir onde melhor alocar os seus investimentos.

Com o rápido desenvolvimento desta área, o cloud computing tornou-se na palavra do dia. Comprar serviços tailor made ao invés de infra-estruturas dispendiosas fez, para muitos, renascer a “luz ao fundo do túnel”. Mas será apenas isto de que os gestores e decisores de negócio precisam para gerir e otimizar as suas empresas? A resposta é, claramente, não. Há muito mais a fazer! As empresas têm de apostar, cada vez mais, em desenvolver melhores produtos e serviços a um custo reduzido, aliadas à pressão dos orçamentos, que são cada vez mais reduzidos.

Como temos assistido, cada vez mais, o sector de TI é responsável por inúmeras tarefas críticas e fundamentais para o bom desempenho do negócio das organizações. Ao mesmo tempo, estas contam com aplicações crescentes que gerem todos os processos de negócio. Neste sentido, é natural que os procedimentos empresariais comecem naturalmente a complicar-se, fazendo com que muitas empresas percam o controlo e não usufruam das mesmas para potenciar o seu negócio. Assim, as aplicações informáticas, em vez de ajudarem as empresas a destacarem-se da concorrência, acabam por atrasá-las, devido à complexidade envolvida na operação diária com estas aplicações.

E é esta a mentalidade que deve ser alterada, para se evitar o prejuízo, melhorar a capacidade de decisão dos gestores e minimizar os custos desnecessários. Sem a automação de processos, essas tarefas não são feitas ou são feitas apenas quando se tornam um problema. Se dermos um passo atrás e nos anteciparmos ao caos, conseguimos alcançar um novo grau de eficiência que nos ajudará a ser cada vez melhores, tanto a nível interno, como externo, com parceiros, clientes, etc..

A automação de processos é uma vantagem competitiva para as empresas, dado que permite um acompanhamento rotineiro, evitando os prejuízos e a perda de produtividade causada pelas falhas no sistema. Acreditamos que uma das ambições de qualquer gestor de TI é poder chegar ao seu manager/decisor de negócio e dizer-lhe que existe uma “fórmula quase mágica” que ajuda a reduzir os custos da empresa e o tempo na execução de processos, para além de apoiar na implementação de uma melhor na capacidade de decisão.

É certo que os processos de negócios se modificam mais rapidamente que as próprias estruturas informáticas, que devem adaptar-se e atualizar-se constantemente, daí a crescente necessidade de adotar ferramentas de automatização de TI, que proporcionam uma gestão automatizada e pró-ativa. Monitorização, alertas e correção de problemas e tarefas de TI, em redes, sistemas e aplicações poderão, assim, constituir-se como uma possível opção para enfrentar a crise económica e garantir a eficiência das organizações.

Miguel Major, diretor-geral da Itautec Portugal

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