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Inovar para derrubar Gigantes

sexta, 09 dezembro 2011 11:44   António Lagartixo

Antonio_LagartixoNum contexto em que a economia se encontra cada vez mais globalizada com consumidores ávidos de novas tecnologias, infra-estruturas inteligentes, interfaces sensoriais e informação real time, são grandes os desafios das TIC do velho continente e em particular Portugal, que hoje mais do que nunca, estão obrigados a inovar para se tornarem competitivos no mercado global.

 

 

É então necessário que estas empresas, mais do que seguir as tendências de hoje, criem e materializem as tendências de amanhã:

•    Criação de valor com a informação disponível – Desenvolvendo soluções que permitam às organizações e indivíduos criar valor com a informação disponível através da pesquisa e organização da informação não estruturada de forma inteligente e automática com base em ecossistemas abertos e fluxos de transferência entre vários ambientes.

•    Desenvolvimento de um ambiente de trabalho global – Através de soluções que potenciem a co-criação e facilitem a colaboração global – em diferentes locais e idiomas – com ferramentas autónomas, adaptadas e optimizadas à forma de trabalho de cada utilizador individual.

•    Facilitação da colaboração – Integrando nas soluções actuais, com suites de colaboração, que permitam a comunicação e colaboração em tempo real, com tecnologias de telepresença capazes de detectar gestos e expressões faciais com projecção e acústica inteligente e potenciar cada vez mais colaboração de crowdsourcing.

Há muito que o mercado das TIC não tem fronteiras e opera segundo um modelo global, assim também as empresas nacionais deverão ter ambições globais, posicionando a sua oferta de produtos e serviços no mercado global e ter a ambição e vontade de competir com os actuais gigantes Norte Americanos e Asiáticos.

Será esta uma luta entre David e Golias?

Se recuarmos um pouco na história apercebemo-nos de que a maioria dos actuais gigantes tecnológicos não existiam há 10 anos atrás e que tiveram a sua origem numa garagem ou universidade com pouco ou nenhum investimento por alguém que pensava de forma diferente.

É então premente que as TIC nacionais se abstraiam da sua actual dimensão, oferta e visão viciada e regressem às suas origens, questionando o seu propósito com espírito de uma start-up de garagem centrados em desenvolver soluções para as necessidades de informação e comunicação dos indivíduos e organizações de amanhã.

 

António Lagartixo, managing partner da Maksen

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