Mark Keenan, director-geral do site, comenta que “já tinha ouvido comentários dos meus funcionários sobre o facto de os clientes estarem a descobrir cada vez mais informações sobre os seus parceiros no Facebook e acabei por perceber que 20% dos pedidos de divórcio têm uma referência ao Facebook”.
A presidente da empresa de advogados Hart Scales & Hodges, Emma Patel, afirma que a rede social actua como um terceiro agente virtual nas separações e relata que “a sua grande popularidade, assim como o chamariz de sites como o Second Life, Illicit Encounters ou Friends Reunited, estão a fazer com que os casais caiam na tentação de traírem”.
Uma das razões mais comuns a ser citada nos processos é precisamente o facto de os parceiros terem-se envolvido em conversas sobre sexo com os seus “amigos” nas redes sociais, sendo que MySpace, Bebo e Twitter são outras redes sociais mencionadas no estudo.
O número de emails e mensagens trocadas no Facebook a serem citadas como prova de mau comportamento estão a aumentar, pelo que, como oportunidade de negócio, algumas empresas informáticas estão já a ganhar dinheiro com a venda de programas que permitem espiar as acções dos parceiros na rede.
Fonte: Diário de Notícias




Segundo um estudo do site especializado divorce-online.co.uk, o número de divórcios causados pelo Facebook já chegou aos 28 milhões. O estudo conduzido por advogados britânicos revela que esta rede social é mencionada em quase todas as causas de separação nos últimos meses.


