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Googopoly, a tendência que veio para ficar

segunda, 06 fevereiro 2012 14:12

google_pesquisa_thumb200_Mais de 85 por cento dos utilizadores globais de internet acedam ao motor de pesquisa da Google todos os meses. Mesmo em mercados onde há a concorrência local é forte: é o caso da Rússia, onde o campeão dos motores de busca é o Yandex, com mais de 90 por cento de utilizadores, o Google consegue 82 por cento.



A conclusão é do GlobalWebIndex 6 (GWI 6), hoje divulgado. Uma prova deste domínio do Google – que o estudo designa como Googopoly – é o crescimento do Chrome, o browser mais utilizado em países como as Filipinas, Turquia, Argentina e Índia, bem como o crescimento do Android. O sistema operativo da Google possui mais de 227 milhões de utilizadores ativos nos 27 mercados estudados, sendo líder em mercados como a Coreia do Sul, a Suécia, os Estados Unidos e Espanha.

Os dados recolhidos apontam também para uma subida significativa do Google+, que é já a segunda maior rede social do mundo: 22 por cento dos utilizadores de redes sociais possuem um perfil ativo no Google+, com a Índia a salientar-se com uma taxa de 49 por cento.

A este crescimento não é alheio aquilo que o GWI 6 classifica como fadiga do Facebook. O número de visitas continua a crescer em todas as plataformas, mas a maior rede social do mundo está a atingir um ponto de saturação entre os utilizadores ativos de internet em cada vez mais mercados. O Facebook regista uma subida no número de perfis apenas em países emergentes no que respeita ao uso da internet, como a Índia, a Indonésia e o Brasil.

Outra tendência identificada por este estudo – que envolveu entrevistas a 122 mil utilizadores de internet em 27 países – é o declínio da era PC: o computador está a ser trocado pelo e-reader, pelo telemóvel e até pela televisão para acesso à internet.

Dos utilizadores inquiridos, 74 por cento ainda utilizam o desktop ou o portátil para aceder à internet, mas apenas 47 por cento considera que continuará a ser assim daqui a um ano: o telemóvel será o acesso preferido para 18 por cento (contra nove por cento atualmente), o tablet será utilizado por 14 por cento (contra os dois por cento atuais) e cinco por centro usarão, preferencialmente, a televisão (um por cento à data do estudo).

Globalmente, 33 por cento do uso de dispositivos móveis faz-se em casa, 28 por cento em espaços públicos, 23 por cento em viagem e 17 por cento no emprego.

Fonte: Ray Media

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