Segundo avança a edição online do Folha de São Paulo, este estudo vem dar boas notícias ao retalho nos dois lados do Atlântico. "As pessoas estão dispostas a oferecer informações se a perceção for de que isso as beneficia", avança Jill Puleri, diretora mundial de retalho na divisão de serviços mundiais da IBM.
Os dados financeiros são aqueles onde os consumidores mostram mais reservas. Contudo, outras informações privadas não merecem tanta “preocupação”: três quartos das pessoas inquiridas mostram-se dispostas a revelar informações sobre seu uso de média; 73 por cento não vê problemas em revelar informações pessoais como as suas origens étnicas; mais de metade dos inquiridos (61 por cento) sente-se confortável em divulgar o seu nome e morada e também não se importa de revelar informações acerca do seu estilo de vida (59 por cento), como número de carros, filhos ou mudanças ao nível imobiliário.
Outra das conclusões da IBM é que os consumidores de mercados emergentes como Argentina, Colômbia, Brasil, México, Chile, África do Sul e China estão mais dispostos fornecer informações pessoais do que os consumidores da Europa, Austrália, Japão e Estados Unidos.
Fonte: Folha de São Paulo







