Quando vai a uma farmácia ou usa o cartão num terminal de pagamento automático está a entrar no universo Glintt, um grupo português de tecnologias de informação com 1300 trabalhadores e ambições mundiais. Manuel Mira Godinho, CEO da Glintt, aposta também nas capacidades inovadoras da empresa e é a entrevista principal, em Julho, da versão impressa do Fibra.
“«Nós gostamos de estar sempre à frente, de ser os primeiros a encontrar as soluções. Somos uma empresa que dá prioridade total à inovação» afirma Ricardo Parreira, 44 anos, presidente do conselho de administração da PHC Software, a empresa que fundou há 20 anos, em parceria com colegas de faculdade, e que tem os seus produtos em mais de 25 mil empresas”.
“António Gonçalves, 41 anos, usou os números para convencer a banca a financiar o projecto Under Siege, o primeiro jogo português para PS3. O facto de a indústria de videojogos já facturar mais do que a música e o cinema juntos ajudou-o a vencer o conservadorismo dos interlocutores, pondo-os a fazer contas de somar e multiplicar”.
“O Instituto acolhe alunos de mestrado e doutoramento. O ano passado tivemos 72 dissertações de mestrado e oito teses de doutoramento. Mas não temos só portugueses. Aliás, temos falta de alunos nacionais. Temos de importar estudantes. Recebemos cada vez mais indianos e chineses, vindos de países com uma população enorme que vê nos estudos uma maneira de evoluir. Em média, posso dizer que são mais esforçados do que os portugueses”, afirma José Neves, 63 anos, coordenador científico do Instituto de Telecomunicações de Aveiro.
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Dos estudos mais recentes, todos têm revelado um período horário para a maior eficácia dos posts colocados nas várias redes sociais.
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