Ontem, ao final do dia, a Ensitel emite um esclarecimento na sua página de Facebook, onde “repudia, rejeita e não aceita ser alvo de uma autêntica campanha difamatória, assente em factos absolutamente falsos que têm como único intuito denegrir a imagem e boa reputação que a “Ensitel” construiu ao longo de 21 anos, apenas porque o cliente não se conformou com uma decisão judicial que lhe foi desfavorável”.
A história tem início em Dezembro do ano passado, quando Maria João Nogueira, recebeu um telemóvel e depois de uma semana de uso o ter levado a uma loja da Ensitel. Após alguns dias sem telemóvel e querendo “apenas a devolução do dinheiro”, a cadeia especializada em telecomunicações recusou-se a fazê-lo e o caso passou pelo Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa, em Maio deste ano. No dia 27 deste mês, a consumidora contou no Twitter que recebeu uma nota de citação pessoal de 31 páginas da Ensitel ordenando-a que apagasse do seu blogue uma série de seis posts que tinha escrito sobre o assunto, que rapidamente se espalhou nas redes sociais.
No esclarecimento agora emitido pela empresa, a Ensitel reforça que “não põe minimamente em causa qualquer tipo ou forma de liberdade de expressão” e sublinha que “Nestes 21 anos de existência, os clientes têm sido e continuarão a ser o maior valor da Ensitel, garantindo a mesma, que todos os seus direitos são preservados e salvaguardados”.
Fonte: Fibra




O tema marca desde ontem as redes sociais – Twitter e Facebook – e os comentários sobre o assunto já vão para além de centenas. A 27 de Dezembro a palavra Ensitel foi a que mais tags obteve na rede social Twitter, após a blogger e responsável pelos serviços de comunidade Sapo, Maria João Nogueira, ter retomado o tema de uma discórdia sua com a marca.



