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O Agregador das Comunicações Conteúdos Armazenar dados custa milhões às empresas
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28 Junho 2012

SymantecO armazenamento de informação digital custa às empresas 1.1 milhões de dólares (cerca de 880 mil milhões de euros), por ano, a perda destes dados seria prejucial, contudo a proteção não tem sido feita da forma mais eficiente. A conclusão é da Symantec que elaborou um relatório sobre o Estado da Informação.



Desde a informação confidencial de clientes, à propriedade intelectual e transações financeiras, as organizações dispõem de grandes quantidades de informação que não lhes permite apenas serem competitivos e eficientes – mas também manterem-se no negócio.

De acordo com o inquérito, a informação digital representa 49 por cento do total do valor de uma empresa. Esses valores tem vindo a crescer e espera-se que o mesmo aconteça no próximo ano. Atualmente, a totalidade das empresas armazena 2.2 zettabytes de informação.

No caso das empresas de pequena a média dimensão (PME), o armazenamento de informação atinge os 563 terabytes de dados, em comparação com a média das empresas que têm 100.000 terabytes. O estudo prevê ainda que a situação piore com um aumento de volume de dados de 67 por cento nas empresas e 178 por cento nas PME em 2013.

Em média, as empresas gastam por ano 38 milhões de dólares (cerca de 30 milhões de euros) em informação, enquanto as PME despendem 332 mil dólares (cerca de 266 mil euros).  

Contudo, além de guardar a informação é necessário protege-la. De acordo com a investigação, isto é algo que não está a ser bem feito pelas empresas, o que resulta em gastos superiores ao necessário.

Segundo a Symantec apurou, no último ano 69 por cento das empresas perderam de alguma forma informação, por diversas razões: erro humano, falha de hardware, brecha de segurança, ou perda ou roubo de dispositivos. Além disso, 69 por cento expuseram informações confidenciais fora da empresa e 31 por cento experienciou falhas de conformidade relacionadas com a informação.   

Outro desafio prende-se com a quantidade de informação em duplicado que as empresas estão a armazenar – uma média de 42 por cento dos dados são duplicados. A utilização de armazenamento também é baixa, com apenas 31 por cento dentro da firewall e 18 por cento fora.

Depois de elaborar este inquérito a Symantec sugere que o foco das empresas se centre na informação, na capacidade de separar os dados que não são importantes daqueles que o são e protege-los em concordância, na eficiência, na definição de políticas consistentes a nível da informação e na implementação de uma estrutura flexível.


Fonte: YoungNetwork

 

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