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A doença conhecida como nomofobia, que representa o medo de estar sem telemóvel, tem vindo a aumentar nos últimos anos, a notícia surge depois de uma empresa especialista em palavras-passe ter apresentado um estudo sobre esta fobia. De acordo com o Diário Digital, que cita o jornal americano Los Angeles Times, esta doença traduz-se em sintomas como a verificação obsessiva do telemóvel e o descontrolo quando se perde rede.
Os dados surgem de um relatório elaborado pela empresa SecurEnvoy em Inglaterra refere que em dois terços dos mil inquiridos afirmam ter medo de perder os telemóveis, um valor superior aos 53 por cento registados numa pesquisa semelhante há quatro anos atrás.
De acordo com o estudo, os mais propensos a esta fobia são os mais jovens, 77 por cento dos inquiridos com idades compreendidas entre os 18 e os 24 anos identificaram-se como nomófobos. Enquanto, na faixa etária entre os 25 e 34 anos o valor desde para 68 por cento.
Os efeitos secundários desta doença incluem ataques de pânico, tremores, suores e náuseas quando o telemóvel não tem rede ou bateria.
Segundo terapeutas especializados em fobias o tratamento desta doença passa por tentar ficar sem telemóvel por um determinado período de tempo, evitar pensamentos negativos, isto acompanhado de técnicas de respiração ou ioga.
Fonte: Diário Digital
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