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O Agregador das Comunicações Conteúdos ANACOM recebeu 10 contributos na consulta pública sobre leilão para 4ª geração móvel
ANACOM recebeu 10 contributos na consulta pública sobre leilão para 4ª geração móvel PDF Versão para impressão
04 Maio 2011

anacom_NOVOA ANACOM recebeu 10 contributos na consulta pública sobre o regulamento do leilão das frequências que permitem a 4.ª geração móvel ou LTE (Long Term Evolution), devendo incluir os dos principais operadores como Portugal Telecom, Vodafone, Optimus e ONI.

 

Questionada pela agência Lusa, fonte da Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM) adiantou que dez entidades participaram no processo, mas escusou-se a avançar quais.

Lançada a 18 de Março, a consulta pública do regulamento do leilão para a atribuição de direito de utilização de frequências nas faixas dos 450, 800, 900 e 1800 megahertz (MHz) e 2,1 e 2,6 gigahertz (GHz) terminou esta madrugada.

Segundo a ANACOM as receitas arrecadadas com o leilão para a 4.ª geração móvel - que permitirá velocidades ultra-rápidas de internet (entre 100 a 150 megabits por segundo) nos dispositivos móveis, como os smartphones e os Tablet PC - podem chegar aos 450 milhões de euros caso sejam licitados todos os lotes.

Num momento em que a 4.ª geração móvel está a eclodir em todo o mundo, Portugal também quer estar na vanguarda, prevendo-se que as primeiras ofertas comerciais da chamada LTE possam chegar ao mercado ainda este ano.

A TMN, Vodafone, Optimus e ONI são unânimes quanto ao interesse no investimento, mas a operadora da Portugal Telecom foi até ao momento a única a adiantar ter condições para disponibilizar a tecnologia dois a três meses depois da atribuição das licenças.

O LTE permitirá a diversificação para novos mercados, como os media, a telesegurança, entretenimento e a telemedicina, permitindo uma maior largura de banda, maior qualidade e nitidez de imagem em tempo real e uma muito maior sofisticação dos serviços disponibilizados para o consumidor final.

Entre outros exemplos, possibilita fazer transmissões em directo de equipas de reportagem sem necessidade de um carro de exterior.

Menores custos e equipamentos bais baratos são algumas virtuosidades da nova tecnologia, que deverá mais que triplicar nos próximos dois anos, devendo valer mais de 6,6 mil milhões de euros em 2012.

Fonte: Lusa

 

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